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Batata rosti - refeição rápida e prática

Olá, gurias! Tudo certo com vocês? Comigo sim!

Gurias, aqui em casa somos apaixonados por comer comida na hora do jantar. Aliás, esse é um hábito que não conseguimos mais abrir mão. Mas é lógico que a criatividade nem sempre é nossa amiga e volte e meia a preguiça bate...




Há alguns dias, lembrei que amamos batata e a tal da "batata rosti" que tem em alguns restaurantes aqui em Joinville. E pensei, por que não tento fazer em casa? Lá fui eu em busca de uma receita e colocar a mão na massa. Ou melhor, na batata rsrs

Ingredientes: 
Usamos 3 batatas. Escolhemos a mesma quantidade de quando fazemos purê. O meu "cálculo de padeiro" é: em média, uma batata que enche a minha mão e mais metade, por pessoa.

Escolhi os recheios e temperos e reservei. 

Modo de preparo:
Ralei a batata. Em seguida, coloquei ela em cima de uma pano com os temperos de nossa preferência e misturei bem. Em seguida, fechei o pano como se fosse fazer uma trouxa e torci. Abri a trouxa, mexi, fechei e torci novamente. Repeti o processo três vezes.



Na frigideira, passei um pouco de azeite. Fiz uma "cama de batata", coloquei o recheio e fechei com mais batata. O ideal é que as camadas de batatas fiquem semelhantes. Passei um fio de azeite ao redor das batatas, para garantir que não grudaria a beirada na frigideira.



Apertei e deixei em fogo médio por 8 minutos. Quando percebi que estava soltinha, virei para deixar mais 8 minutos do outro lado.


E prontinho, batata rosti pronta par servida!


No recheio, usei requeijão, queijo, presunto e orégano. Senti falta de um molho. Acho que da próxima vez colocarei molho branco ou quatro queijos junto, para deixar mais "molhadinho".

E vocês, já fizeram essa receita? Têm alguma dica? Aqui, já fizemos duas vezes. Estamos adorando.

Bjinhos, bjinhos,
Ana Laura  

Viajando com as gêmeas: dicas e constatações

Oi, pessoal, como estão?
Por aqui, organizando a vida pós férias. Prometi contar como foi a viagem para o Brasil com as gêmeas, já que agora estão maiores e os preparativos foram diferentes. Então, aqui estou!
A primeira diferença ao preparar esta viagem foi o fato de as gurias terem 2 anos completo na data da viagem, o que nos obriga a comprar assento para elas, pois crianças a partir de 24 meses não podem viajar no colo. Ou seja, não é uma opção não comprar passagem para elas. A parte boa é que elas tem a mesma franquia de bagagem dos adultos ( nos casos dos voos que incluem a bagagem na tarifa). Passagens compradas, partimos para a segunda etapa: levar ou não os carseats ( cadeirinhas de carro).  A FAA ( Federal Aviation Administration) sugere que crianças que tem assento nos voos use o carseat  - homologado para tal uso - por segurança. Não é obrigatório, é uma orientação. Vale lembrar que bebês de 0 a 23 meses não precisam comprar assento e, portanto, viajarão no colo. 
Verificamos nosso carseat e constatamos que ele é homologado para uso em aeronaves, então começamos a avaliar as vantagens e desvantagens de levá-lo. Chegamos à conclusão de que, sim, seria melhor viajar com ele, já que as gurias ficam super confortáveis e à vontade neles e, como viajaríamos de carro no Brasil, precisaríamos deles. 
Tomada a decisão de levá-los, veio a questão: como? Pesquisando, descobrimos que existe um carrinho para carregá-los, tipo estes carrinhos de mochilas. Passeando pelo shopping, encontramos o dito carrinho. Bingo! Compramos.
O carrinho que compramos é da Britax, e nossos carseats são da Gracco. Ou seja, serve, mãos não perfeitamente. Fica instável para carregar com as gurias neles.  Então, já pensando nisso, levamos

Carrinho com o Carseat acoplado, e as etiquetas que mostram que é homologado para aeronaves.


 também nossos cangurus.
Conexão: mamãe com as bagagens de mão e papai com as 3 malas. 
Nos trajetos de aeroportos ( foram 4 na ida e 3 na volta), nas conexões, colocávamos as gurias no canguru, as malas de mão nos carrinhos e assim conseguíamos ter uma certa mobilidade.
Durante os voos, confirmamos que a escolha de levar os carseats foi acertada. As gurias ficaram super tranquilas, seguras, não se agitaram, dormiram tranquilamente, e nós conseguimos ficar mais tranquilos sobre como elas estavam.  Nós super indicamos a quem for viajar com crianças nesta idade que leve o carseat. Ajuda, e muito ( já que o assento do avião é grande para crianças e o cinto não é efetivo para elas).
Guriazinhas super à vontade!
A parte ruim desta história toda: carregar toda esta "tralha" durante as conexões e instalar/desinstalar no avião, além de conseguir passar com ele entre as minúsculas fileiras cheias de gente.  Nós, com as duas, tínhamos que entrar com um, instalar, eu ficava com as duas colocando uma na cadeirinha que já estava instalada, enquanto o Gui ia, no contra fluxo, buscar a outra cadeirinha que estava na entrada do avião. Sim, é uma enorme mão de obra ( e as pessoas não ajudam).
Todos bem acomodados.
Fizemos tranquilamente os voos dentro do Canada e do Canadá para o Brasil desta maneira. Porém, ao chegarmos em São Paulo, não foi permitido usar o carseat no avião, mesmo explicando a regra internacional. A resposta que obtivemos foi que "naquele avião não era permitido". Tivemos que despachar os assentos na porta do avião ( nos recusamos a pagar e tivemos, novamente, que explicar que é direito dos bebês despachar sem custo estes equipamentos ( carseat, bebê conforto ou carrinho). Viajamos com as duas, sentadas no assento, com aquele cinto que não segura. Elas dormiram e não nos deixaram pegá-las no colo. Tivemos que viajar de São Paulo a Porto Alegre segurando a cabecinha delas, no assento. Por isso, gente, mais uma vez eu digo, em viagens internacionais, LEVEM o carseat. É  muito mais confortável pra criança, e pra nós também, durante o voo.( Nessas horas desanima pensar no Brasil, sabe?)
Apesar de todo este trabalho, valeu muito a pena.
Por hoje acho que é isso. Se deixei de contar algo, eu volto e conto. Ou, se quiseres saber algo mais, por favor, comenta aí que eu respondo!
See you!

Sim, eu faço meu próprio sabão líquido para roupas gastando menos de 5 reais

Olá, gurias! Tudo certo com vocês? Comigo sim! Uma correria sem fim por aqui, mas está tudo certo. 

Gurias, há alguns dias, durante um jantar com amigos, um dos casais contou que estão fazendo o próprio sabão líquido. Fiquei inconformada. Como assim, fazer sabão líquido em casa, em pleno século 21, quando não temos tempo para nada? Ao sairmos da casa do casal, fui o caminho todo em direção a nossa casa dizendo para o meu marido: "lá em casa nós não faremos isso. Afff, até parece que vamos gastar nosso tempo fazendo essa loucura! e blá blá blá..."



Passaram-se alguns dias, e aquela imagem do casal contando que faz o próprio sabão não saia da minha cabeça. E a pergunta que não queria calar, sempre voltava: "Sério, porque uma pessoa que não precisa (financeiramente falando) faria o seu próprio produto de limpeza se ele realmente não fosse bom e nem prático?"

Eis que numa tarde dessas, menos de um mês depois da minha descoberta, fui lavar roupa e a coleção de sabão líquido e em pó tinha acabado. Aliás, só tinha do sabão que uso para lavar roupas escuras (sim, sou a louca dos produtos de limpeza. Ou era?). Olhei para o armário e descobri que eu tinha TODOS os ingredientes para fazer o tal sabão líquido. Será que era coisa do destino? Resolvi deixar a preguiça de lado e colocar a mão massa.

Acessei a receita da Cristal com a Jout Jout que a minha amiga tinha enviado o link e mandei ver!



Ingredientes para o sabão líquido caseiro
1 barra de 200 g de sabão de côco ralado (olha que tem ser se côco mesmo, viu?)
100 ml de álcool 46 (se for álcool 70 ou 90, use 50ml)
3 colheres de sopa de bicarbonato
3 litros de água
óleo essencial (opcional)
panela grande e embalagem limpa para colocar o produto final

Como fazer o sabão líquido caseiro
Primeiro, ralei o côco. Achei que fosse dar trabalho e demorado. Que nada, nem deu tempo da água ferver e já estava todo ralado. Após ter o côco raladinho, acrescentei ele aos poucos na panela com os 3 litros de água em ponto de fervura. Mexi, mexi e pronto. DESLIGUEI O FOGO.  Acrescentei o álcool e, em seguida, uma colher de bicarbonato por vez (já que levanta uma espuma e poderia transbordar, achei melhor não arriscar). Mexi bem. E prontinho! Sabão líquido pronto!!!!



Caso fosse colocar a essência, teria que esperar esfriar e depois acrescentar até que achasse que o cheiro ficou como deseja.  Preferi dividir em embalagens para ter diferentes cheirinhos: uma deixei sem essência e a outra coloquei! 

Modo de uso no cotidiano

sabão líquido, tenho utilizado 50ml para uma máquina com 6kg de roupa e 100ml para quando uso a maquina com 12kg. Que eram as minhas medidas para o sabão líquido concentrado.
A Cristal usa assim: 50ml pra 4kg de roupas não muito sujas (a maioria delas) e 100ml pra 4kg de roupa muito suja (panos de chão, panos da cã Filó, panos de prato).
Já o produto para limpar o chão, coloquei numa embalagem spray. Espirro um pouco do produto no piso (aqui em casa o piso é cerâmica, branca) e, em seguida, passo o rodo de espuma umedecido para limpar e outro para "enxaguar", tal como faria se estivesse usando produto de limpeza próprio para piso (Casa, Veja Mr, Musculo). 


Agora vamos aos preços desse sabão líquido que também pode ser produto único de limpeza!
álcool 46 - 100ml - R$0,60
sabão de côco (YPE ou UFFE) - R$2,40
bicarbonato - 3 colheres de sopa (42g) - R$ 0,96
3 litros de água - R$1,00

óleo essencial* varia de acordo com a essência. Eu acabei comprando mas não utilizando no sabão líquido, apenas na parte do produto que estou usando para limpar o piso. Paguei R$22,00 no vidrinho de óleo essencial. Achei caro! 

Ainda não cheguei na excelência de me livrar de todos os outros produtos de limpeza (não sei se chegarei tão cedo! Amo comprar produtos fofos e cheirosos...). A minha amiga já. Ela usa esse produto único para diferentes funções, apenas colocando mais ou menos água e mudando as essências. Por enquanto eu estou usando para duas coisas: lavar roupas e limpar o piso. Até então, está sendo pura alegria!!!

No blogue da Cristal, que é a dona dessa ideia toda de produzir menos lixo e viver de forma mais amiga do planeta, ela dá dicas de como utilizar esse produto para outras funções. Vale conferir aqui ó: Um ano Sem lixo - Cristal. Ah, dá até para comprar o eBook dela aqui, no qual ensina várias receitas similares a essa!



E vocês, já aprontaram algo assim? Eu confesso que ainda estou "assustada" por ter colocado em prática e estou muito, muito, muito feliz com o resultado (Thanks, amiga!). Não deu trabalho e o produto final é realmente bom. E agora, estou louca para fazer aqueles paninhos encerados, que substituem o plástico filme. Certeza que essa será minha próxima experiência de dona de casa prendada rsrs

Bjinhos, bjinhos,
Ana Laura